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Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos,
bati na porta da vida e disse-lhe:
Não tenho medo de vivê-la.
(Augusto Cury)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Só sei que nada sei. (Sócrates)



Por vezes me fecho em meu mundo... medito... depois ligeiramente abro a janela e fico a observar e comparar a vida, os acontecimentos, os fatos, as histórias contadas, o agir de cada um... não sei até que ponto isso seja relevante ou aproveitável...mas no final desta viagem surgiu a pergunta a seguir e deixo aqui para quem sabe numa próxima viagem somar à minha bagagem:


"Até que ponto, medida, proximidade, a vida como a vemos é uma farsa, uma verdade ilusória criada por pessoas guiadas por sua legítima intenção somadas ao falso moralismo a fim de se manter uma ponte entre o que se quer para si e os que estão à mercê dos acontecimentos? Até que ponto realmente prioriza-se "o bem geral da nação" (para não dizer o próximo) e não os próprios interesses no que diz respeito ao conceito e ordem que rege a vida?" 


Tendo a pensar que somos mais levados a sofrer uma adaptação do que nos é "oferecido e melhor convencido" do que ao que realmente desejo, quero, necessito.


As "facilidades" das afinidades e empatias nos levam cada vez mais a caminhos sombrios da ceguidão.




>>> CaRoL <<<



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